NIVEA VIVA
O NIVEA VIVA levou grandes encontros da música brasileira a espaços públicos de diferentes capitais do país. Só a edição dedicada ao rock, em 2016, percorreu sete cidades e levou centenas de milhares de pessoas aos shows gratuitos.
Ao longo das cinco edições produzidas pela Dueto, o projeto percorreu o país com shows gratuitos dedicados a artistas, gêneros e momentos importantes da nossa música.
A primeira edição produzida pela Dueto, em 2013, homenageou o grande maestro Tom Jobim, com a interpretação a cargo de Vanessa da Mata. Nos anos seguintes vieram o samba, com Alcione, Martinho da Vila, Diogo Nogueira e Roberta Sá; Tim Maia, nas vozes de Ivete Sangalo e Criolo; e uma viagem pela história do rock brasileiro com Paralamas do Sucesso, Nando Reis, Paula Toller, Pitty e Marjorie Estiano. Em 2017, na última edição do projeto, o homenageado foi Jorge Ben Jor, que dividiu o palco com Céu e Skank.
Com Monique Gardenberg à frente da direção artística e da curadoria, a Dueto criou para cada edição um espetáculo pensado especialmente para o projeto, reunindo artistas e repertórios em encontros que depois percorriam diferentes capitais brasileiras.
Entre 2013 e 2017, o NIVEA VIVA aproximou marca, música e público em uma escala que fez do projeto uma das principais iniciativas culturais da história da NIVEA no Brasil.
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"Ele é muito mais popular do que qualquer coisa que se imagine... É uma honra imensa traduzir essa genialidade para uma multidão que canta cada linha com a gente debaixo do céu."
— Vanessa da Mata
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" NIVEA VIVA é o projeto cultural mais bonito e democrático que já vi passar por aqui. Ir ao parque em um domingo de sol, sem pagar nada, e ver artistas gigantescos fazendo um show impecável de duas horas é inesquecível. Une todas as idades na grama, todo mundo feliz."
— Depoimento de fã
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"Esse projeto tem uma importância absurda porque ele não é só entretenimento, ele é preservação da nossa memória cultural. Levar a obra de gigantes da MPB para as praças e praias, de graça, faz com que um jovem de 15 anos e um senhor de 70 chorem cantando a mesma música."
— Criolo